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La Coctelera

Categoría: Entrevistas

ENTREVISTA A MARIANA AMGARTEN

A comienzo del mes de noviembre publicamos un artículo comentando las buenas perpectivas que se veía en esta nueva etapa de intercambio entre la ciudad de Cañete y Mairinque. También quisimos aportar y ayudar con una serie de ideas e invitamos a entregar comentarios al respecto, especialmente de quienes están mas involucrados en el tema; la buena disposición a entregar una amplia opinión, primero vino de Brasil, gentilmente nos respondió una entrevista la Presidente de la Corporación en Mairinque, Mariana Amgarten Cordeiro.

En un futuro cercano esperamos tener opiniones de protagonistas cañetinos de esta valiosa experiencia que tiene una ciudad tan pequeña como la nuestra, esperamos también tengan a bien considerara nustras recomendaciones del artículo anterior (leer acá) y no olvidar que hemos implementado este Blog que contiene la mayoría de la información que hemos publicado en Lanalhue Noticias sobre esta hermandad.

A continuación, entonces, la entrevista realizada a través de e-mail, con la pequeña salvedad que gran parte de la redacción está escrita en portugués (a veces en "portuñol"), idioma nativo de la entrevistada, Mariana Amgarten:

1.- ¿Cuándo, cómo fue elegida?

Bem, hago parte da Associação Cultural, Social e Desportiva Cañete de Mairinque, desde sua fundação. Em 1995 por vários motivos, que con el passar de los tempos se tornaram sem importância, a Associação cessou suas atividades, vale recordar que não hubo uma razón específica, creo que hubo uma fase de transição de todas as pessoas envolvidas, as pessoas foram perdendo el interesse e la diretoría de la época resolveu que não encerraríamos as atividades e sim deixaríamos el ostracismo hasta resolver acabar com tudo o, que alguém um dia resolvesse retomá-la novamente e assim ficamos por 10 años.

Em marzo deste año, quando regressaram de Cañete, os Srs. Aparecido Vieira Cordeiro e Ana Maria Amgarten Cordeiro, trajeron uma carta al Sr. Prefeito de Mairinque donde dizia que a Corporación Mairinque de Cañete se había organizado novamente e que estavam dispostos a retomar o intercâmbio.

Rapidamente o Sr. Denis Veneri, prefeito de Mairinque, nominó uma comissão que estaría al frente de retomar o intercâmbio entre nossas cidades.

Em agosto recebemos uma delegação de empresários em Mairinque, porém, a Associação estava “adormecida” e nos organizamos para receber esta delegação como um grupo de “Amigos de Cañete”.

Durante esta visita muitos diziam que tínhamos que retomar e também achamos importante nos organizar de uma forma mais oficial.

Después de la partida da delegação de empresários, juntamos as pessoas de la última diretoría e convidamos algumas pessoas novas que entendemos serán muito interessadas por el intercâmbio e resolvemos retomar a Associação, para isso, criamos uma diretoria “provisória” hasta poder hacer que os antigos sócios retornem, e desta maneira realizar uma eleição como sempre hicimos.

Para la diretoría provisória, yo fui escogida como Presidente e junto a uma maravilhosa equipe de amigos estamos recomeçando esta história.

2.- ¿Cuántos y quienes componen la Corporación en Mairinque?

Presidente: Mariana Amgarten Cordeiro , solteira, formada em Turismo pela Universidade de Sorocaba e pós-graduada em Gestão Socioambiental, trabalha na Assessoria de Eventos da Universidade de Sorocaba. Esteve em Cañete por três vezes, duas delas viajou como parte da delegação, fazia parte do corpo de baile.

Vice-Presidente: José Antonio Pereira Capitão , casado, arquiteto, atualmente faz parte do quadro de funcionários do Departamento de Obras da Prefeitura Municipal de Mairinque. Viajou a Cañete uma vez, com delegação, foi como parte integrante da Prefeitura de Mairinque e também o último presidente da Associação Cañete de Mairinque.

Secretária: Isabel Cristina Teodoro Alves, solteira, trabalha numa empresa de filtros na cidade de Mairinque e é bailarina. Esteve em Cañete na delegação de 94 e fazia parte do corpo de baile.

Tesoureira: Mônica Aparecida Totta , casada, formada em Artes Plásticas, atualmente desempenha suas atividades nas redes estaduais e municipais de ensino. Esteve em Cañete três vezes fazendo parte das delegações.

Diretor Esportivo: Renato Tibúrcio, casado, formado em Educação Física, pós-graduado em Atividades Físicas da Infância a Terceira Idade, Fisiologia do Exercício e em Supervisão Escolar, atualmente desempenha suas atividades nas redes estaduais e municipais de ensino. Esteve em Cañete por seis vezes, quatro delas como responsável ou participante das equipes desportivas das delegações.

Diretora Cultural: Meire de Oliveira Pucci , formada em Educação Física e pós-graduada em Educação Física Escolar, desempenha suas atividades como professora na rede particular de ensino, coordenadora de Lazer de um renomado hotel-fazenda e professora de dança na Escola de Arte da Prefeitura Municipal de Mairinque. Esteve em Cañete por quatro vezes, três delas como responsável pelo corpo de baile da delegação.

Diretora Adjunta: Tatiane Doval Amador, solteira, formada em Terapia Ocupacional, mestranda em Educação pela Universidade de Sorocaba, terapeuta no Núcleo de Terapia Ocupacional da Universidade de Sorocaba e bailarina. Esteve em Cañete na delegação de 94 e fazia parte do corpo de baile.

Diretor Social: Eduardo Sáez Maldonado, casado, cañetino, vive em Mairinque, tem um jornal mensual “Chile em Evidencia”, trabalha no jornal O Estado de S. Paulo e é precursor do intercâmbio entre Cañete e Mairinque.

3.- ¿Cuales serán sus primeras actividades, con énfasis en qué?

Ya estamos trabalhando no que creemos ser de extrema importância para nossa associação, retomar o contacto com nosso quadro de associados, organizar nova eleição e trabalhar para que o intercâmbio siga com seu objetivo principal de integração de los pueblos.

4.- ¿Cuales son sus objetivos de corto, mediano y largo plazo?

Nosso maior objetivo é conciliar as necessidades da Associação de Mairinque com a Corporação de Cañete, pensamos em desenvolver de uma maneira responsável intercâmbios entre escolas, entidades culturais e desportivas, profissionais liberais e não podemos deixar de citar o desenvolvimento do turismo para ambas cidades.

5.- ¿Como debiera cambiar esta hermandad con respecto a la primera etapa?

Creemos que o importante no es mudar formatos, e si retomar e ampliarlos. Entendemos que as grandes viagens são de extrema importância, por eso, devemos mantener as pequenas delegações durante todo o año.

6.- ¿Cómo influye el cambio de tecnología para mejorar el intercambio?

Realmente, se recordamos la comunicação en el comienzo do intercâmbio, escrevíamos uma carta, demorava quinze dias hasta chegar ao destino e mais quinze para retornar uma resposta. A internet facilitou muito, podemos conversar em tempo real, tener acesso a qualquer informação necessária, enfim, a internet será de gran importância para esta nova fase do intercâmbio.

En cuanto as pasajens accesíbles, es uma tendência mundial e proporciona que um número maior de pessoas puedan viajar, um deslocamento muito mais rápido.

7.- ¿Se mantendrá la modalidad de intercambio cada 2 años para cada ciudad?

Todavia não sabemos, já que tal intercâmbio depende de acordos, negociaciones, suas necessidades e desenvolvimento.

8.- ¿Quienes debieran viajar?

El intercâmbio inicial era Cultural, Social, Desportivo e recentemente se tornó Comercial, o que encontramos muito interessante e produtivo para ambos os municípios. Entendemos que o fundamental é estar inserto dentro de tales parâmetros e si es possível, ampliar estos parâmetros.

9 .- ¿Ve factible realizar intercambios permanentes a través del año con diferentes objetivos, como pasantías, becas, prácticas profesionales, dictar charlas, intercambio intercultural?

Sim, creemos muito favorável para ambas partes que estes intercâmbios sean desarrollados durante o año todo, inclusive um de nossos objetivos é registrar famílias que puedan receber estos intercambistas durante todo o año.

10.- ¿Debiera beneficiarse sectores mas postergados, jóvenes, niños, tercera edad, por ejemplo?

Entendemos que o mundo passa por um momento de inclusão social, siendo assim, todos sem distinção são parte importante do processo de crescimento do intercâmbio.

11.- ¿Qué opina sobre el hecho de que 2 mujeres encabecen este intercambio?

Yo, particularmente no creo haber diferença ninguna entre a presidência de homens e mulheres, e debemos trabajar juntas para desarrollar um proyecto que tenga beneficios para ambas cidades e su gente.

Quiero aprovechar y decir a todos que acompañan este precioso medio de comunicación, que nosotros estamos con todas las energías e el trabajo en equipe para trabajar, es más, esta misma entrevista no la respondí yo solamente sino que entre casi todos del grupo de integrantes, es tal la unión y los deseos de estar mirando hacia los mismos objetivos que el mensaje que reciban todos los amigos de la ciudad de Cañete sea "uno sólo". Estamos felices de volver a trabajar sin esperar nada a cambio, sólo por unificar el progreso y calidad de vida de dos ciudades hermanas. Gracias!

gradezco al Sr. Alejandro Fica / Lanalhue Noticias por enviarme esta entrevista, a pesar de tratar de responder en mi mejor español, y se mostrar siempre tan interesado en toda la historia del intercâmbio entre Mairinque y Cañete, muchas gracias!!

Visitas de Mairinque en Cañete (Entrevista)

Fueron varios los artículos que nos ha escrito Eduardo Sáez acerca de la hermandad entre las ciudades de Cañete y Mairinque, él fue el principal impulsor de esta idea. Estos recuerdos y nostalgias están motivando a varios cañetinos y mairiquenses a querer reorganizar esta gran iniciativa. De este intercambio nacieron amistades que todavía perduran, una visitas de mairiquenses a Cañete sirvió para tomar contacto con ellos y hacerles unas consultas.

[www.lanalhuenoticias.cl 10/03/2005 - Alejandro Fica(*)]

Acostumbrados al uso del mail y por dificultades del idioma, nuestra "entrevista virtual" al matrimonio compuesto por Ana María Amgartem y
Aparecido Cordeiro, contó con la gentil mediación de Raúl Durán F. y esto es lo que logramos saber de ellos.

1.- ¿Desde cuando escucharon hablar de este intercambio?

Desde el año 1989 en Mairinque.

2.- ¿Cuándo empezaron a participar de esta experiencia, que los motivó?

En 1990, fue cuando nuestra hija Mariana que trabajaba en la academia de danza, ARTEMANIA, viajó a Cañete ya dos veces en le grupo de danza que integraba el intercambio.

3.- ¿Conocían algo antes de Cañete, cuantas veces vinieron?

No conocíamos absolutamente nada antes. Bueno ya son 5 veces con este viaje que hemos estado en Chile y específicamente 4 veces en Cañete.

4.- ¿Que fue lo que más le llamó la atención del paisaje, la gente, las costumbres?

La hospitalidad, la atención y las diferencias de cultura. Para mi – como explica Ana María- lo más bello que he visto en mi vida fue el “Cuadro Verde de Carabineros de Chile”, un espectáculo inolvidable.

5.- ¿Viajaron en los buses, cuantas horas duraba el viaje, cansadores?

Con la delegación eran 4 días de ida y 5 días de vuelta, viajes demasiado cansadores.

6.- ¿Cuántos días permanecían en Cañete, cómo era la hospitalidad?

Generalmente eran 5 días con la delegación. Excelente.

7.- ¿Cuál es el recuerdo más agradable, el menos?

El más agradable para nosotros era ver la Cordillera de los Andes y el menos, el largo tiempo dentro de un bus.

8.- ¿Cómo se financiaban los viajes, como se escogían a los viajeros?

[destacado]

En el año 1991 solamente los pasajes fueron financiados por la Prefectura(Municipalidad) de Mairinque y el año 1994 cada uno financió su pasaje y sólo la prefectura financió el viaje de un equipo de futbol

.

Cada uno debía tener un objetivo concreto para viajar, deportistas, prestador de servicios, autoridades, etc.

9.- ¿Por qué cree que se acabaron, hubo desgaste natural, cambio de condiciones, personas, errores organizativos, qué?

Todo por un error en la organización y sobre todo falta de comunicación.

10.- ¿Cómo resumen global, que les dejó esta experiencia?

Conocer otro país, otra cultura, pero lo más importante el poder ampliar nuestra gama de amistades.

11.- ¿Creen factible de re-editar esta experiencia?

Es posible, si existiera una mejor organización con personas nuevas tanto en Mairinque como en Cañete.

12.- ¿Quiénes debieran re-editarla?

Primero creemos que deben estar de acuerdo y alineados los prefectos (Alcaldes) de ambas ciudades, como para recién comenzar a organizarse.

13.- ¿Por quién debiera partir la iniciativa: antiguos participantes, autoridades, cañetinos o mairiquenses?

Tal como lo mencionamos en la respuesta anterior, por los prefectos, y luego por personas o simpatizantes nuevos de ambas ciudades.

14.- ¿Se sabe de los nuevos intentos de parte de las nuevas autoridades que ya gestan en Cañete?

Sí, cuando estuvimos en Cañete fuimos invitados a cenar por Jorge Maldonado (Padre e hijo), Jorge Radonich, Jorge Valenzuela, Hernán Carrillo, Arturo Gallardo y Luis Burgos donde se mencionó este tema de una posible reactivación con un recambio incluyendo nuevos miembros a la Asociación. Es más, estamos llevando una carta dirigida personalmente al prefecto de Mairinque del prefecto de Cañete.

15.- ¿Qué habría que tener en cuenta para no cometer los errores del pasado?

Simplemente mantener una buena comunicación y el contacto permanente, tanto de autoridades gubernamentales y de personas integrantes de la asociación.

Ana María Amgartem

Aparecido Cordeiro

Sin duda que el reestablecer esta hermandad vendrá con el tiempo, ya se están dando los primeros pasos, hay que aprovechar el ímpetu de las personas que están detrás de esto ahora, seguramente se han inspirado en lo que fueron las primeras experiencias nacida de una visionaria y genial idea de un cañetino de siempre y mairiquense por adopción, Eduardo Sáez Maldonado.

En el artículo anterior ha comenzado un debate de la forma y personas que deben participar, seguramente muy necesario para realizar un proceso transparente, libre de asperezas, de mucha colaboración, de verdadero trabajo en equipo, con mucha comunicación y tolerancia; hacer que el próximo acuerdo sea de todos y para todos, sin caudillismos exacerbados ni.

A los protagonista del debate que nace, modestamente sugerimos, la aceptación - para algunos - de que los tiempos, los gustos, las autoridades y las personas no son las mismas; - y para otros - entender que la experiencia de los pioneros de esta hermandad debe ser respetada y considerada al momento de tomar grandes decisiones. Es importante lo anterior para que todos tengan cabida en esta relación, esta hermandad no pertenece a nadie en particular y si a todos los habitantes de ambas ciudades.

Sin duda que el reestablecer esta hermandad vendrá con el tiempo, ya se están dando los primeros pasos, hay que aprovechar el ímpetu de las personas que están detrás de esto ahora, seguramente se han inspirado en lo que fueron las primeras experiencias nacida de una visionaria y genial idea de un cañetino de siempre y mairiquense por adopción, Eduardo Sáez Maldonado.


Alejandro Fica escribió este comentario en el medio digital www.lanalhuenoticias, del cual es su director y propietario.